Avaliação de sobredotação, ou altas capacidades, e de dupla excepcionalidade para crianças, adolescentes e adultos, em janelas presenciais em Portugal. Metodologia da Dra. Olzeni Ribeiro, aplicada e assinada por psicólogos inscritos na Ordem dos Psicólogos Portugueses.
45 anos de expertise, mais de 5 mil famílias alcançadas. A Dra. Olzeni Ribeiro é PhD em Educação com ênfase em sobredotação, foi consultora da UNESCO e do Ministério da Educação, e é autora da metodologia aplicada aqui.
Próxima janela presencial a ser divulgada. Quem deixa contato recebe as datas e os valores em primeira mão.
Você não precisa ter certeza de nada para começar. Precisa apenas reconhecer o que vive.
“Já me disseram que ele é preguiçoso e mal-educado.”
Você ouviu isso da escola, talvez de um profissional, talvez da família. Chegou desconfiada e cansada. Aqui o ponto de partida é outro.
“Descobri no meu filho e reconheci em mim.”
É o caminho mais comum de quem se avalia depois dos 30. A avaliação de adulto existe e tem roteiro próprio.
“Recebo esses casos e sinto falta de método.”
Há formação na metodologia, conduzida pela Dra. Olzeni Ribeiro, com supervisão.
“Tenho um caso que precisa de avaliação especializada.”
Encaminhamento e parceria são avaliados caso a caso. O primeiro passo é o contato.
“Não sei se este assunto serve para mim.”
Não precisa saber. Leia as duas próximas seções e as dúvidas frequentes, e decida depois.
Em Portugal diz-se sobredotação ou altas capacidades, no Brasil, altas habilidades ou superdotação. É o mesmo: um modo de funcionamento cognitivo e emocional. Aparece como intensidade, profundidade de interesse, sensibilidade alta e ritmo próprio de aprender. Não é sinónimo de boas notas: muita criança com altas capacidades vai mal na escola justamente porque o modo dela não cabe no formato da sala.
É quando as altas capacidades coexistem com autismo, PHDA, o TDAH, como se diz no Brasil, dislexia ou ansiedade. As duas condições se mascaram: a capacidade compensa a dificuldade, a dificuldade esconde a capacidade, e o resultado é uma criança descrita como mediana. Nem a potência é vista, nem o sofrimento.
A avaliação investiga também outras hipóteses que explicam o mesmo comportamento: perturbação do espectro do autismo, PHDA, perturbação de oposição, ansiedade, perturbações do humor e perturbações da aprendizagem. É esse cruzamento que separa o que é capacidade, o que é condição associada e o que é resposta ao ambiente.

Ninguém precisa de mais um rótulo. Precisa de uma leitura precisa.
A equipa vem do Brasil e fica cerca de dez dias em Portugal, uma vez por trimestre. A agenda abre com antecedência e as vagas são limitadas pelo número de dias da janela. As datas da próxima janela estão a ser divulgadas.
Etapas 1, 2, 3 e 6 acontecem online. A etapa 4 é presencial, em Portugal. A etapa 5 é interna da equipa.
Formulário aprofundado sobre história de desenvolvimento, saúde, escola e vida familiar. É a base de tudo o que vem depois.
Conversa com a família, ou com o adulto avaliado, para ouvir o que a anamnese não alcança.
Recolha e análise de relatórios, trabalhos e fichas de avaliação escolares. Servem como material de apoio e aprofundamento do estudo de caso.
Aplicada em Portugal, durante a janela, por psicólogo inscrito na Ordem dos Psicólogos Portugueses e formado na metodologia.
Integração dos dados em equipa, com a Dra. Olzeni Ribeiro na supervisão, incluindo diagnóstico diferencial.
Leitura do perfil com a família, espaço para perguntas, entrega do relatório e orientações práticas.
Quase ninguém chega direto a uma avaliação especializada. O percurso costuma ser longo, passar por escola, consultas e diagnósticos parciais, e só depois encontrar a hipótese das altas capacidades.
Este mapa é orientativo, não é um protocolo. As idades são referências gerais, cada história segue a sua ordem e nenhuma etapa aqui substitui avaliação clínica individual.
Alguém nota o desencontro: intensidade em casa, tédio ou conflito na escola, perguntas fora da idade, sofrimento sem causa evidente.
Chegam as primeiras descrições: desatento, preguiçoso, imaturo, ou então bom aluno que não se esforça. Raramente aparece a hipótese de altas capacidades.
Pediatra, médico de família, psicólogo ou terapia da fala. O foco costuma recair sobre a dificuldade visível, e não sobre o perfil inteiro.
Surge PHDA, TDAH, autismo, dislexia ou ansiedade. Explica parte do quadro. A capacidade fica de fora, e o desconforto continua.
Perfil cognitivo, funcionamento emocional, história de vida e diagnóstico diferencial num só estudo, com hipótese de sobredotação e de dupla excecionalidade sobre a mesa.
Orientações para casa e para a escola, acompanhamento quando necessário e reavaliação ao longo do desenvolvimento, porque o perfil se expressa de modo diferente em cada fase.
PhD em Educação com ênfase em sobredotação, criatividade e expertise, neuropsicopedagoga clínica e educacional. São 45 anos de expertise e mais de 5 mil famílias alcançadas. Desse percurso nasceram a pós-graduação Superdotação e Dupla Excepcionalidade: abordagem integrada no diagnóstico, no desenvolvimento e na intervenção clínica e institucional e as formações para pais e profissionais que já alcançaram mais de 10 mil pessoas no Brasil e no exterior. É autora do livro Superdotação e Dupla Excepcionalidade: uma visão neurocientífica da complexidade do sujeito superdotado, e foi consultora da UNESCO e do Ministério da Educação do Brasil. A metodologia que aplica foi construída ao longo de décadas sobre a investigação em neurociências, tendo como referência os principais nomes da neurociência aplicada à sobredotação no mundo. Ela própria é uma pessoa neurodivergente sobredotada. No projeto em Portugal é autora da metodologia, coordenadora clínica, formadora e supervisora: não exerce psicologia nem assina relatórios.
Inscritos na Ordem dos Psicólogos Portugueses e formados por ela na metodologia. São eles que aplicam os testes e assinam o relatório. Em Portugal, o ato psicológico e a assinatura do relatório são exclusivos de psicólogo inscrito na Ordem, e o projeto foi montado desde o início para cumprir essa exigência.
Luísa é a representante internacional da Dra. Olzeni Ribeiro e o ponto de contato do projeto em Portugal.
Brasileira a viver em Portugal, ela conhece por dentro o percurso de quem muda de país com um filho que não se encaixa no formato da escola. É ela quem lê o que você escrever no formulário, quem responde por e-mail e quem organiza a agenda de cada janela presencial junto com a equipa clínica.
Instrumentos utilizados, resultados, leitura integrada do perfil e recomendações. Escrito para ser compreendido pela família e pela escola, sem jargão solto.
Até 90 minutos com a equipa, por videochamada, para entender o relatório, perguntar e sair com clareza sobre o próximo passo.
O que muda em casa e o que pode ser proposto à escola, em linguagem aplicável no dia a dia.
O relatório é um documento técnico de apoio. A decisão sobre medidas e apoios cabe a cada instituição, dentro do respetivo enquadramento legal.
Escolha um tema e veja só as perguntas dele. Nada aqui substitui uma conversa, mas a maior parte das dúvidas se resolve nesta seção.

Sem documento fiscal, sem morada, sem data de nascimento. A Luísa lê e responde por e-mail.